980 milhões de pessoas vivem com menos de 75 cêntimos por dia e quase metade da população mundial (2,8 mil milhões) vive com menos de 1,5 € por dia.
Mais de 800 milhões de pessoas vão para a cama com fome todos os dias... 300 milhões delas são crianças. Desses 300 milhões de crianças, apenas 8% são vítimas de secas ou outras situações de emergência; mais de 90% sofre de má nutrição de longo prazo e deficiências de micronutrientes.
A cada ano, seis milhões de crianças morrem de subnutrição antes de completarem cinco anos de idade.
Mais de 50% dos africanos sofre de doenças relacionadas com a água, como a cólera e a diarreia infantil.
A cada 30 segundos, uma criança africana morre de malária – num total de mais de um milhão de mortes infantis por ano.
A cada ano, entre 300 e 500 milhões de pessoas são infectadas com malária. Cerca de três milhões de pessoas morrem como resultado.
A África Subsariana tem apenas 4% dos trabalhadores de saúde, mas 25% do peso mundial de doenças. As Américas têm 37% dos trabalhadores de saúde, mas apenas 10% do peso mundial de doenças.
Mais de 1 a cada 4 pessoas adultas não conseguem ler ou escrever. Dois terços
delas são mulheres.
As mulheres trabalham dois terços das horas de trabalho no mundo, produzem metade da comida do mundo, mas recebem apenas 10% da renda mundial e possuem menos de 1% da propriedade privada mundial.
Quatro em cada dez pessoas no mundo não têm sequer acesso a uma simples latrina. Cinco milhões de pessoas, a maioria delas crianças, morrem em cada ano devido a doenças ligadas ao contacto com a água.
2,6 mil milhões de pessoas não têm acesso a condições sanitárias dignas. O Objectivo de Desenvolvimento do Milénio 7, de providenciar metade do deficit global de condições sanitárias, partindo dos níveis de 1990, apela para a extensão das mesmas a mais de 120 milhões de pessoas por ano até 2015.
(Fontes: Relatório de Desenvolvimento Humano 2003, 2005 e 2006, Indicadores do Milénio, Projecto do Milénio, FAO, UNESCO – Relatório de Monitoramento Global 2007, Campanha pela Educação, UNAIDS, UNICEF)
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Agrupamento de Escolas de Vila Verde - 17 de Outubro
O Agrupamento de Escolas de Vila Verde aceitou o convite da Campanha Global pela Educação e participou no "Levanta-te Contra a Pobreza " no dia 17 de Outubro com cerca de 1500 alunos de várias turmas! Ficam aqui algumas fotografias. Obrigada a todos pela vossa adesão!
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
"Marca um Golo Contra a Pobreza" - Campanha Global pela Educação
O Colégio S.João de Brito e a Escola Profº Lindley Cintra juntaram-se no dia 17 de Outubro para o "Marca um Golo pela Pobreza", actividade promovida pela Campanha Global pela Educação (CGE). Seguem-se as fotografias deste dia e algumas informações sobre o "Levanta-te e Actua Contra a Pobreza". Se tiveres alguma dúvida ou esclarecimento sobre estas questões entra em contacto connosco, sempre que quiseres!
O QUE É O "LEVANTA-TE E ACTUA CONTRA A POBREZA"?
É um apelo global para agir contra a pobreza e pelos Objectivos de Desenvolvimento do
Milénio. Em todo o mundo, entre os dias 17 e 19 de Outubro, as pessoas vão, literal e
simbolicamente, levantar-se e fazer-se ouvir exigindo que os seus governos cumpram com as promessas de acabar com a pobreza extrema e que se alcancem os Objectivos de
Desenvolvimento do Milénio (ODM) até 2015.
No ano passado, mais de 43 milhões de pessoas participaram e estabeleceu-se um
novo Recorde Mundial Guinness. Portugal contribuiu com mais de 65 mil vozes nesta
iniciativa. Este ano, queremos voltar a bater esse recorde para que a mensagem seja
ainda mais ouvida. Cada um e cada uma de nós conta!
“Stand Up and Take Action” é uma iniciativa internacional do GCAP (Global Call against Poverty) e da Millenium Campaign. Em Portugal, é coordenada pela Pobreza Zero, Objectivo 2015, Desafio Miqueias e oikos –cooperação e desenvolvimento, às quais se juntaram dezenas de organizações e associações de todo o país como coorganizadoras.
PORQUÊ PARTICIPAR?
No ano 2000, líderes de 189 países assinaram a Declaração do Milénio, um plano global para reduzir para metade a pobreza extrema até
2015. No entanto, a cada dia que passa, 50 mil pessoas morrem de pobreza extrema e
a desigualdade entre os ricos e pobres não pára de aumentar. Aproximadamente metade
da população mundial vive em situação de pobreza, sendo 70% mulheres. É urgente,
portanto, “Levantarmo-nos e Actuarmos”, para que os governos honrem os seus
compromissos. Tal só acontecerá se tomarmos uma posição clara. Somos a
primeira geração que pode erradicar a pobreza.
PORQUÊ 17 DE OUTUBRO?
Há 26 anos, a 17 de Outubro, foi criado o Dia Mundial Para a Erradicação da Pobreza
Extrema, de forma a assinalar a defesa dos direitos humanos e o combate à pobreza no
mundo. Liderados pelo Movimento ATD Fourth World, aconteceram diversos eventos públicos a nível mundial 1992, ano em que as Nações Unidas reconheceram essa data como o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
Desde a sua criação, este dia tem-se tornado uma oportunidade de protesto para todos os cidadãos e cidadãs que acreditam poder contribuir para a erradicação da pobreza
extrema.
O QUE QUEREMOS?
1. Criar uma mobilização massificada com impacto directo nos decisores políticos, para que cumpram as suas promessas: erradicar a pobreza extrema e realizar ou mesmo exceder os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio
(ODM) até 2015.
2. Alcançar o apoio do maior número de pessoas a nível mundial.
3. Inspirar, informar e apelar à participação das pessoas, para que se juntem ao
movimento não apenas por um dia, mas até que os líderes políticos cumpram com os seus
compromissos internacionais.
4. Proporcionar às pessoas que vivem na pobreza uma oportunidade para dar
testemunho, com as suas próprias vozes, dos seus esforços diários na luta por uma vida digna.
5. Fazer ouvir as nossas vozes em todo o mundo, directamente pelos decisores políticos e pelos meios de comunicação social, nacionais e globais.
QUAL É A MENSAGEM?
O slogan central em 2008 é “Levanta-te e Actua”. As coligações de cada país
determinam depois as suas mensagens políticas de acordo com as prioridades
nacionais, baseadas na Declaração de Beirute e reafirmadas na Declaração de Montevideu do GCAP. Em Portugal, a mensagem política central é “Contra a Pobreza e Pelos Objectivos do Milénio”, que tem foco nos temas:
Prestação pública de contas, boa governação e cumprimento dos direitos humanos;
Mais justiça no comércio internacional;
Aumento em quantidade e qualidade da ajuda pública para o desenvolvimento(APD);
Perdão da Dívida Externa dos países mais pobres;
Obtenção e superação dos ODM;
Luta contra as desigualdades e promoção da igualdade de género e oportunidades
É um apelo global para agir contra a pobreza e pelos Objectivos de Desenvolvimento do
Milénio. Em todo o mundo, entre os dias 17 e 19 de Outubro, as pessoas vão, literal e
simbolicamente, levantar-se e fazer-se ouvir exigindo que os seus governos cumpram com as promessas de acabar com a pobreza extrema e que se alcancem os Objectivos de
Desenvolvimento do Milénio (ODM) até 2015.
No ano passado, mais de 43 milhões de pessoas participaram e estabeleceu-se um
novo Recorde Mundial Guinness. Portugal contribuiu com mais de 65 mil vozes nesta
iniciativa. Este ano, queremos voltar a bater esse recorde para que a mensagem seja
ainda mais ouvida. Cada um e cada uma de nós conta!
“Stand Up and Take Action” é uma iniciativa internacional do GCAP (Global Call against Poverty) e da Millenium Campaign. Em Portugal, é coordenada pela Pobreza Zero, Objectivo 2015, Desafio Miqueias e oikos –cooperação e desenvolvimento, às quais se juntaram dezenas de organizações e associações de todo o país como coorganizadoras.
PORQUÊ PARTICIPAR?
No ano 2000, líderes de 189 países assinaram a Declaração do Milénio, um plano global para reduzir para metade a pobreza extrema até
2015. No entanto, a cada dia que passa, 50 mil pessoas morrem de pobreza extrema e
a desigualdade entre os ricos e pobres não pára de aumentar. Aproximadamente metade
da população mundial vive em situação de pobreza, sendo 70% mulheres. É urgente,
portanto, “Levantarmo-nos e Actuarmos”, para que os governos honrem os seus
compromissos. Tal só acontecerá se tomarmos uma posição clara. Somos a
primeira geração que pode erradicar a pobreza.
PORQUÊ 17 DE OUTUBRO?
Há 26 anos, a 17 de Outubro, foi criado o Dia Mundial Para a Erradicação da Pobreza
Extrema, de forma a assinalar a defesa dos direitos humanos e o combate à pobreza no
mundo. Liderados pelo Movimento ATD Fourth World, aconteceram diversos eventos públicos a nível mundial 1992, ano em que as Nações Unidas reconheceram essa data como o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
Desde a sua criação, este dia tem-se tornado uma oportunidade de protesto para todos os cidadãos e cidadãs que acreditam poder contribuir para a erradicação da pobreza
extrema.
O QUE QUEREMOS?
1. Criar uma mobilização massificada com impacto directo nos decisores políticos, para que cumpram as suas promessas: erradicar a pobreza extrema e realizar ou mesmo exceder os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio
(ODM) até 2015.
2. Alcançar o apoio do maior número de pessoas a nível mundial.
3. Inspirar, informar e apelar à participação das pessoas, para que se juntem ao
movimento não apenas por um dia, mas até que os líderes políticos cumpram com os seus
compromissos internacionais.
4. Proporcionar às pessoas que vivem na pobreza uma oportunidade para dar
testemunho, com as suas próprias vozes, dos seus esforços diários na luta por uma vida digna.
5. Fazer ouvir as nossas vozes em todo o mundo, directamente pelos decisores políticos e pelos meios de comunicação social, nacionais e globais.
QUAL É A MENSAGEM?
O slogan central em 2008 é “Levanta-te e Actua”. As coligações de cada país
determinam depois as suas mensagens políticas de acordo com as prioridades
nacionais, baseadas na Declaração de Beirute e reafirmadas na Declaração de Montevideu do GCAP. Em Portugal, a mensagem política central é “Contra a Pobreza e Pelos Objectivos do Milénio”, que tem foco nos temas:
Prestação pública de contas, boa governação e cumprimento dos direitos humanos;
Mais justiça no comércio internacional;
Aumento em quantidade e qualidade da ajuda pública para o desenvolvimento(APD);
Perdão da Dívida Externa dos países mais pobres;
Obtenção e superação dos ODM;
Luta contra as desigualdades e promoção da igualdade de género e oportunidades
Foram vários os alunos, sobretudo da Escola Profº Lindley Cintra,com a colaboração de alguns mais pequenos do Colégio S.João de Brito, que demonstraram a sua criatividade em equipas distribuídas pelos 8 Objectivos de Desenvolvimento do Milénio:
1. Erradicar a pobreza extrema e a fome

Assinado por: Mariana Caetano, Rita Pires e Inês Ferreira (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
2. Alcançar o ensino primário universal

Assinado por: Teresa Seixas, Rafaela Bastos e Joana Andrade (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
3. Promover a igualdade de género e capacitar as mulheres

4. Reduzir a mortalidade infantil

5. Melhorar a saúde materna

Assinado por: Patrícia Cardoso (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
6.Combater o HIV/SIDA, a malária e outras doenças

Assinado por: Ana Lúcia (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
7. Garantir a sustentabilidade ambiental

Assinado por: Mónica Soeiro e Bianca Silva (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
8. Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento

Parabéns a todos!
1. Erradicar a pobreza extrema e a fome
Assinado por: Mariana Caetano, Rita Pires e Inês Ferreira (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
2. Alcançar o ensino primário universal
Assinado por: Teresa Seixas, Rafaela Bastos e Joana Andrade (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
3. Promover a igualdade de género e capacitar as mulheres
4. Reduzir a mortalidade infantil
5. Melhorar a saúde materna
Assinado por: Patrícia Cardoso (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
6.Combater o HIV/SIDA, a malária e outras doenças
Assinado por: Ana Lúcia (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
7. Garantir a sustentabilidade ambiental
Assinado por: Mónica Soeiro e Bianca Silva (Escola Profº Lindley Cintra - 8º ano)
8. Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento
Parabéns a todos!
17 de Outubro - Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
Mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas
Este ano, o tema da comemoração do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza – Direitos humanos e dignidade das pessoas que vivem na pobreza – relembra a proclamação, há 60 anos, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma que "toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar".
Sessenta anos depois, centenas de milhões de seres humanos continuam a ser privados dos seus direitos fundamentais, como o direito à alimentação, à habitação, à educação e ao trabalho digno. Condenadas a viver na pobreza, essas pessoas têm, muitas vezes, de enfrentar a exclusão social, a discriminação e a privação de qualquer poder ou influência. A miséria priva os pobres da sua dignidade humana.
Nos nossos esforços para erradicar a pobreza devemos prestar muita atenção aos direitos humanos e dignidade de todos. É preciso ir além das necessidades materiais básicas e abordar a discriminação e a desigualdade. Isto significa assegurar que todas as pessoas pobres tenham acesso aos recursos de que necessitam – terras, capitais, saber e competências - para escapar à miséria. Significa dar-lhes meios para participarem activamente na tomada de decisões e noutras actividades que afectam directamente a sua vida.
As incertezas económicas actuais tornam esta tarefa ainda mais árdua, mas também aumentam a sua importância. A subida do preço dos alimentos e dos combustíveis e a crise financeira mundial ameaçam anular os progressos alcançados em matéria de redução da pobreza e da fome, em várias partes do mundo. Estima-se que 100 milhões de pessoas corram o perigo de mergulhar na miséria.
Durante a Reunião de Alto Nível do passado mês de Setembro, os governos reafirmaram os seus compromissos em relação aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Muitos prometeram novos recursos para consolidar a segurança alimentar, erradicar as doenças, assegurar o acesso à água e ao saneamento e gerir a crise financeira. Estes compromissos não são actos de caridade, mas obrigações assumidas no âmbito dos esforços para garantir os direitos humanos para todos.
Se não cumprirmos as nossas promessas relativas aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, criaremos condições para aumentar o sofrimento humano e agravar a insegurança mundial.
Não erradicaremos a pobreza, se não respeitarmos devidamente os direitos humanos. Neste Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, empenhemo-nos em garantir a dignidade inerente a todos os membros da família humana bem como direitos iguais para todos e esforcemo-nos por libertar o mundo da pobreza e da injustiça.
(Fonte: comunicado de imprensa SG/SM/11861 de 13/10/2008)
Este ano, o tema da comemoração do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza – Direitos humanos e dignidade das pessoas que vivem na pobreza – relembra a proclamação, há 60 anos, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma que "toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar".
Sessenta anos depois, centenas de milhões de seres humanos continuam a ser privados dos seus direitos fundamentais, como o direito à alimentação, à habitação, à educação e ao trabalho digno. Condenadas a viver na pobreza, essas pessoas têm, muitas vezes, de enfrentar a exclusão social, a discriminação e a privação de qualquer poder ou influência. A miséria priva os pobres da sua dignidade humana.
Nos nossos esforços para erradicar a pobreza devemos prestar muita atenção aos direitos humanos e dignidade de todos. É preciso ir além das necessidades materiais básicas e abordar a discriminação e a desigualdade. Isto significa assegurar que todas as pessoas pobres tenham acesso aos recursos de que necessitam – terras, capitais, saber e competências - para escapar à miséria. Significa dar-lhes meios para participarem activamente na tomada de decisões e noutras actividades que afectam directamente a sua vida.
As incertezas económicas actuais tornam esta tarefa ainda mais árdua, mas também aumentam a sua importância. A subida do preço dos alimentos e dos combustíveis e a crise financeira mundial ameaçam anular os progressos alcançados em matéria de redução da pobreza e da fome, em várias partes do mundo. Estima-se que 100 milhões de pessoas corram o perigo de mergulhar na miséria.
Durante a Reunião de Alto Nível do passado mês de Setembro, os governos reafirmaram os seus compromissos em relação aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Muitos prometeram novos recursos para consolidar a segurança alimentar, erradicar as doenças, assegurar o acesso à água e ao saneamento e gerir a crise financeira. Estes compromissos não são actos de caridade, mas obrigações assumidas no âmbito dos esforços para garantir os direitos humanos para todos.
Se não cumprirmos as nossas promessas relativas aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, criaremos condições para aumentar o sofrimento humano e agravar a insegurança mundial.
Não erradicaremos a pobreza, se não respeitarmos devidamente os direitos humanos. Neste Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, empenhemo-nos em garantir a dignidade inerente a todos os membros da família humana bem como direitos iguais para todos e esforcemo-nos por libertar o mundo da pobreza e da injustiça.
(Fonte: comunicado de imprensa SG/SM/11861 de 13/10/2008)
domingo, 19 de outubro de 2008
Manifesto Contra a Pobreza
Vamos pedir a todos aqui reunidos que se levantem e que se juntem às centenas de milhar de pessoas que hoje estarão a fazer o mesmo, em mais de 100 países. Queremos relembrar aos líderes mundiais o seu compromisso com a erradicação da Pobreza Extrema e com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio até 2015.
Esta acção fará parte de um recorde mundial oficial do Livro do Guinness para o maior número de pessoas que se levantaram contra a pobreza!
Em 2007, 43 milhões de pessoas em todo o mundo e 65 mil portugueses levantaram-se contra a pobreza extrema. Em 2008 assumimos o desafio de superar este recorde.
Nós, enquanto membros da geração que tenciona combater a pobreza extrema, levantamo-nos:
- porque não desejamos, perante as próximas gerações, dizer que sabíamos que em cada ano estavam a morrer desnecessariamente milhões de pessoas e que ficámos quietos, sem fazer nada;
- porque não podemos ficar sentados enquanto uma criança nascida hoje num país pobre morrerá 30 anos mais cedo do que uma nascida num país rico;
-porque não estamos a pedir caridade mas sim justiça. Em nosso nome, os líderes mundiais comprometeram-se com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. É necessário vontade política para atingir e exceder estes objectivos. Por isso, nós e centenas de milhar de cidadãos de mais de 100 países, estamos hoje de pé, para dizer:
- aos líderes dos países mais ricos que cumpram com as três grandes promessas que fizeram para ajudar a combater a pobreza: perdão da dívida, mais e melhor ajuda e comércio mais justo.
- aos líderes dos países pobres para lhes pedir que tomem como prioridade salvar as vidas dos seus cidadãos mais pobres. Nós pedimos-lhes que sejam transparentes e responsáveis na forma como gastam o dinheiro, que combatam as desigualdades e a corrupção.
- levantamo-nos porque hoje desejamos quebrar o recorde do número de pessoas que se levantam para exigir acção na luta contra a pobreza e assumir as promessas;
- levantamo-nos porque queremos justiça agora. Não há mais desculpas. Nós não as aceitaremos.
O “LEVANTA-TE E ACTUA” está hoje a decorrer por todo o mundo. Esta nossa acção é importante para relembrar aos líderes mundiais que devem manter as suas promessas para acabar com a pobreza extrema até 2015.
Não podemos perder esta oportunidade histórica, somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza extrema!
Esta acção fará parte de um recorde mundial oficial do Livro do Guinness para o maior número de pessoas que se levantaram contra a pobreza!
Em 2007, 43 milhões de pessoas em todo o mundo e 65 mil portugueses levantaram-se contra a pobreza extrema. Em 2008 assumimos o desafio de superar este recorde.
Nós, enquanto membros da geração que tenciona combater a pobreza extrema, levantamo-nos:
- porque não desejamos, perante as próximas gerações, dizer que sabíamos que em cada ano estavam a morrer desnecessariamente milhões de pessoas e que ficámos quietos, sem fazer nada;
- porque não podemos ficar sentados enquanto uma criança nascida hoje num país pobre morrerá 30 anos mais cedo do que uma nascida num país rico;
-porque não estamos a pedir caridade mas sim justiça. Em nosso nome, os líderes mundiais comprometeram-se com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. É necessário vontade política para atingir e exceder estes objectivos. Por isso, nós e centenas de milhar de cidadãos de mais de 100 países, estamos hoje de pé, para dizer:
- aos líderes dos países mais ricos que cumpram com as três grandes promessas que fizeram para ajudar a combater a pobreza: perdão da dívida, mais e melhor ajuda e comércio mais justo.
- aos líderes dos países pobres para lhes pedir que tomem como prioridade salvar as vidas dos seus cidadãos mais pobres. Nós pedimos-lhes que sejam transparentes e responsáveis na forma como gastam o dinheiro, que combatam as desigualdades e a corrupção.
- levantamo-nos porque hoje desejamos quebrar o recorde do número de pessoas que se levantam para exigir acção na luta contra a pobreza e assumir as promessas;
- levantamo-nos porque queremos justiça agora. Não há mais desculpas. Nós não as aceitaremos.
O “LEVANTA-TE E ACTUA” está hoje a decorrer por todo o mundo. Esta nossa acção é importante para relembrar aos líderes mundiais que devem manter as suas promessas para acabar com a pobreza extrema até 2015.
Não podemos perder esta oportunidade histórica, somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza extrema!
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